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Fauna Mineira: Belo Horizonte

Minas Gerais realmente é um belo destino para os apaixonados pela observação de natureza, em especial, pelas aves.

O maior Estado da região sudeste abriga biomas bem definidos, sendo o cerrado o mais conhecido. O nosso fotógrafo esteve em Minas Gerais na cidade de Belo Horizonte, e de lá iniciou uma série de saídas para fotografar a fauna mineira, em especial, as aves.

Quando falamos de Belo Horizonte devemos considerar também as cidades do entorno, portanto, falamos de uma região privilegiada pela grande quantidade de parques estaduais, municipais,  UC’s, RPPN’s e outras áreas de preservação, tanto é verdade que, antes mesmo de começar a fotografar, o caburé já posava pra foto bem em frente a janela na cidade.

Roteiro traçado era hora de iniciar as saídas à campo, e a aventura começa pela Lagoa da Pampulha, ponto turístico da cidade, em busca de algumas espécies comuns e do tal jacaré que habita a lagoa.

Figuinha-de-rabo-castanho no entorno do Museu de Arte Moderna da Pampulha:

O alegrinho é facilmente observado próximo a Lagoa da Pampulha.

Uma cena linda, a mamãe jacaré-de-papo-amarelo com seus filhotes em um dos canais da lagoa.

O inconfundível príncipe no entorno do Museu de Arte Moderna.

Como de costume as aves aquáticas sempre estão muito presentes na Pampulha, abaixo um bando de irerês no canal.

Periquito-de-encontro-amarelo, nas palmeiras do Museu de Arte Moderna.

Picapauzinho-anão (fêmea) no Museus de Arte Moderna, situado no complexo da Pampulha.

A aventura pela Pampulha continuou com muitas outras espécies, entre elas o encontro, japu, bem-te-vi, casaca-de-couro-da-lama, garças, paturi-preta, etc, mas era final de tarde e hora de iniciar o retorno, mas antes (…) uma rápida passada pelo Parque Ursulina de Andrade Mello, no bairro do Castelo, em busca do belo barbudo-rajado que não apareceu, mas aproveitamos para fotografar outras espécies, como a bela e pequena saracura-sanã.

E também a saracura-três-potes, bem comum na cidade em parques com água.

Ainda no parque Ursulina, o jacupemba posando pra foto!

Entre um saída a campo e outra, o PESRM – Parque Estadual da Serra do Rola Moça era o destino, localizado entre as cidades de de Belo Horizonte, Nova Lima, Brumadinho e Ibirité, o PESRM possui uma área gigantesca, sendo uma das principais área de mananciais da região metropolitana, destaque para as cangas, áreas de campo ferruginoso, que formam um ambiente bem peculiar, repleto de orquídeas, arbustos, cactos e outras espécies da flora.

Logo no primeiro dia no Rola Moça, nos deparamos com uma cena maravilhosa, a canela-de-ema florida.

E mais floração da canela-de-ema, a planta simbolo do Parque do Rola Moça.

Continuamos pelo parque, fomos até um dos mananciais onde existe uma grande mancha de Mata Atlântica que se mostrava potencialmente produtiva, e logo na chegada uma surpresa, o tangará-rei, uma espécie hibrida formada pelo cruzamento do tangará e soldadinho. Fica o registro, pois faltou uma boa fotografia!

Mata Atlântica sempre reserva boas surpresas, e uma delas foi documentar o pi-puí.

A guaracava-de-topete-uniforme é muito comum no Rola Moça.

Comum em regiões de M. Atlântica, o tangará ainda jovem foi fotografado em um fragmento de mata dentro do Rola Moça.

E pra fechar a primeira ida ao Parque do Rola Moça, uma das espécies mais emblemáticas da Mata Atlântica, o estalador, ave de difícil observação, com hábitos migratórios e que necessita de um habitat relativamente bem preservado.

Votando pras áreas de cerrado, fotografamos o tapaculo-de-colarinho ou meia-lua-do-cerrado, que é encontrado em diversas regiões do parque. No PESRM é bem comum ouvi-lo, e com um pouco de paciência é possível fazer uma foto da espécie.

A choca-de-asa-vermelha é encontrada em praticamente todos os parques da região metropolitana, no Rola Moça ouvimos ela vocalizando, mas poucas vezes ela apareceu para foto.

A maria-preta-de-garganta-vermelha é menos comum que a a espécie de-penacho.

Pipira-da-taoca localmente comum em algumas matas do parque.

Talvez uma das aves mais comuns dos parques, o joão-de-pau foi avistado em quase todas as saídas à campo.

Canário-tipio também é encontrado em algumas áreas do Rola Moça.

Ave endêmica da cadeia do Espinhaço, o rabo-mole-da-serra é comum no Rola Moça.

Paisagens da cadeia de montanhas do parque.

O campainha-azul é uma das mais belas aves do Rola Moça.

O pequenino papa-moscas-de-costas-cinzentas.

Partimos para o núcleo Mutuca, local de possível ocorrência de muitas espécies de Mata Atlântica, principal bioma no local. Na foto o limpa-folha-de-testa-baia.

Fruxu-do-cerradão também fotografado na área do Mutuca.

Tiveram muitas outras aves nessa primeira ida ao Rola Moça como o trinca-ferro, tico-tico-de-bico-amarelo, sabiás, soldadinho, tangarazinho entre outras.

Partimos então para o Parque das Águas no Barreiro.

Logo na primeira foto uma família de cuitelão, eram três, mas um voou antes da foto.

Andorinha-serradora.

Gaturamo-bandeira foi uma super dica do GM Sandro que atua no parque, não perdemos a chance, fomos lá fotografar essa joia pouco comum no cerrado.

Encerramos por aqui as publicações sobre Belo Horizonte, mas a cidade oferece diversos outros hotspots para observação de aves, sendo o Parque das Águas, Serra do Curral, Parque Mangabeiras e Rola Moça os locais mais conhecidos para observação e fotografia.

Abraços.
Equipe EF.

 

Série Fauna Mineira

 

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