Ilha do Marajó, Soure e Belém do Pará, natureza e cultura!

Fevereiro de 2012, antes mesmo da novela global das 18h exibir as primeiras cenas da Ilha do Marajó veio o confirmação para acompanhar uma fotógrafa de São Paulo até a maior ilha fluviomaritíma do mundo, viagem programada e lá estávamos nós a caminho do Pará em setembro.

Porto dos pescadores e casarios da rua Marques do Pombal, Belém-PA

Rios, praias de água doce, bufálos, peixes, mercado popular e arquitetura histórica fazem parte do itinerário para quem visita Belém e a Ilha do Marajó, começando  por Belém, a capital do Pará onde é possível visitar o histórico mercado do Ver-o-Peso, considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O mercado Ver-o-Peso abastece a região de Belém com ervas, peixes, frutas, verduras e iguarias, sendo um ponto de grande interesse turístico, parada obrigatória para os fotógrafos apaixonados por cultura e tradições populares.

Chegar bem cedo no Ver-o-Peso é certeza de conseguir ótimas fotografias, já que o movimento dos vendedores começa cedinho, antes das 6h da manhã. Um dia é suficiente para visitar a feira livre e o Mercado Municipal que fica logo em frente.

Já a Catedral da Sé e a Igreja de Santo Alexandre que atualmente abriga um museu de arte sacra e é um dos mais importantes complexos jesuítas do Brasil, estão a algumas quadras do Ver-o-Peso e certamente merecem uma visita.

Ao lado do Ver-o-Peso é possível visitar a Estação das Docas, área totalmente revitalizada com restaurantes, área para exposições e pequenas feiras. O almoço pode ser em um dos requintados restaurantes do local de frente para a baía do rio Pará.

Para fotografar os pontos turísticos de Belém recomendo de 2 a 3 dias, e noites, porém como o meu tempo era curto fiquei apenas um dia e meio na cidade, motivo pelo qual não pude visitar o mangal das garças, as praças da cidade e tantos outro pontos históricos.

De Belém pra Ilha de Marajó temos três opções: balsa, barco ou avião fretado, os dois primeiros tem saídas diárias de manhã (6h) e a tarde (14h), optei pela saída da tarde para poder fotografar Belém pelam manhã. O percuso de barco de passageiro leva de 3h a 3h 30 até  até porto Camará, de lá foi preciso seguir de van até Salvaterra e atravessar a Balsa para Soure, nosso destino na ilha.

Crianças brincando, Soure-PA - Ilha do Marajó.

Soure oferece muitas atrações culturais e turísticas, entre elas a visita a praia do Pesqueiro, fazendas de bufálos, praia Barra Velha, Farol, Polícia Militar que utiliza bufálos para patrulhar a cidade, rio Paracauary, manguezais e igarapés onde é possível observar a fauna, a flora, a cultura do povo marajoára e as tradições populares.

A culinária é um capítulo à parte a base de muito peixe, camarão, queijo de bufála e farofas. O povo da ilha no geral é muito hospitaleiro, adoram uma boa conversa e sempre estão dispostos a ajudar com dicas de locais pra visitar e fotografar.

A Ilha do Marajó oferece muitos pontos de interesse, com o tempo contado não pudemos visitar todos, o ideal são de 6 a 8 dias para visitar Camará, Salvaterra e Soure, entre eles  destaco a praia de Joanes, as ruínas jesuítas e o entorno de Camará.

Fotografar na Ilha do Marajó foi uma experiência ótima, não só pela cultura e tradição local mas também pela exuberância da fauna, especialmente das aves que podem ser vistas até no centro da cidade.

Guarás na praia de Pesqueiro, ave símbolo da Ilha de Marajó.

FOTOS:

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Equipe EF.

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